Portugal junta-se a mais 13 países para proteger a saúde dos ecossistemas marinhos e criar uma economia oceânica sustentável.

Os membros do Painel de Alto Nível para uma Economia Sustentável do Oceano apresentaram um plano de ação com as cinco áreas que irão ser modificadas e melhoradas de maneira a conservar a riqueza dos oceanos.
A primeira prioridade é incentivar a população à redução de utilização do plástico, aplicar regras sobre a transferências de resíduos e também sensibilizar para a minimização do uso de pesticidas.
Os 14 chefes de Estado e do Governo comprometeram-se com as metas da Agenda 2030. Em adequação com esse compromisso afirmam querer “gerir de forma sustentável 100% da área oceânica sob jurisdição nacional, orientada por planos oceânicos sustentáveis, até 2025”, sublinhando que o maior desejo é que “todos os outros países costeiros ou oceânicos se juntem a este movimento” de maneira a que “as áreas oceânicas sejam geridas de forma mais sustentável até 2030.”
“Temos uma oportunidade e uma responsabilidade coletiva de proteger e restaurar a saúde do nosso oceano e construir uma economia oceânica sustentável que possa fornecer alimentos, potenciar as comunidades costeiras, fortalecer as nossas cidades, transportar a nossa população e bens e fornecer soluções inovadoras aos desafios ao nível global”, declarou, tal como os restantes membros, António Costa, primeiro-ministro português.
Todos os membros do Painel do Oceano concordaram num objetivo principal: é necessário proteger os oceanos porque, para além de serem a fonte da vida do planeta, também são vitais para o bem-estar do homem e para o crescimento de uma economia global.
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