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14 países aliam-se para salvar o oceano

Foto do escritor: Mathilde AmaralMathilde Amaral

Portugal junta-se a mais 13 países para proteger a saúde dos ecossistemas marinhos e criar uma economia oceânica sustentável.


Foto: Noel Guevara/Greenpeace

Os membros do Painel de Alto Nível para uma Economia Sustentável do Oceano apresentaram um plano de ação com as cinco áreas que irão ser modificadas e melhoradas de maneira a conservar a riqueza dos oceanos.

A primeira prioridade é incentivar a população à redução de utilização do plástico, aplicar regras sobre a transferências de resíduos e também sensibilizar para a minimização do uso de pesticidas.

Os 14 chefes de Estado e do Governo comprometeram-se com as metas da Agenda 2030. Em adequação com esse compromisso afirmam querer “gerir de forma sustentável 100% da área oceânica sob jurisdição nacional, orientada por planos oceânicos sustentáveis, até 2025”, sublinhando que o maior desejo é que “todos os outros países costeiros ou oceânicos se juntem a este movimento” de maneira a que “as áreas oceânicas sejam geridas de forma mais sustentável até 2030.”

“Temos uma oportunidade e uma responsabilidade coletiva de proteger e restaurar a saúde do nosso oceano e construir uma economia oceânica sustentável que possa fornecer alimentos, potenciar as comunidades costeiras, fortalecer as nossas cidades, transportar a nossa população e bens e fornecer soluções inovadoras aos desafios ao nível global”, declarou, tal como os restantes membros, António Costa, primeiro-ministro português.

Todos os membros do Painel do Oceano concordaram num objetivo principal: é necessário proteger os oceanos porque, para além de serem a fonte da vida do planeta, também são vitais para o bem-estar do homem e para o crescimento de uma economia global.



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